Super Cavaco a Presidente

2005/10/21

 
Ramalho Eanes preside à comissão de honra de Cavaco Silva

O ex-Presidente da República Ramalho Eanes vai presidir à comissão de honra da candidatura a Belém do antigo primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva. A comissão de honra da candidatura de Cavaco Silva será formalmente apresentada na quinta-feira, na Alfândega do Porto. Nesse dia será apresentado o manifesto onde estarão expostas as «linhas de orientação» do que será a sua magistratura como Presidente da República.
Óscar Saraiva Almeida

Comments:
Campanhas electorais espanholas = Peixeradas; Campanhas electorais portuguesas = Buon Ton ?
 
Homens sobrios...
 
pois...com estas múmias este país persiste em ser mausuléu! Pelo menos soares, disse das boas sobre os americanos, aquando da invasão do iraque! Teve-'os' no sítio
Tanto eanes como cavaco são cartas despropositadas em baralho viciado.
 
Mais um estorvo à já mui sacrificada amada Pátria Lusitana, alias sintetiza-se numa equação simples:

Cavaco Presidente+Socrates1º Ministro
_______________________________
Oposição miserável+Economia inexistente

= a uma grande TRAMPA

Aconselho a leitura do Livro"The Peninsular War" de Sir Charles Oman e também "As Farpas" de Ramalho Ortigão. Caso consigam perceber, não concorram a nada, emigrem, Cavacos, Socrates, Soares, Jerónimos, Louçãs e toda essa rataria que esburgou este país.
 
Grande loja do queijo....in "stand bye"....
 
Parabéns, por manterem as caixas de comentários. Certamente ponderaram as vantagens.
 
Papagaio nonó ateu limiano....go away to frie asparagous....!
 
Era uma vez um país maravilhoso,
onde 100 famílias se governavam,
e um dia veio um furacão horroroso,
que levou as 100 famílias pelos ares,
pelos ares,
pelos ares,
a rodopiar,
até que caíram estilhaçadas no chão,
e toda a gente,
"tadinhos, tadinhos deles, tadinhos...",
toda a gente se pôs a colar os pedacinhos,
depois de colados,
deram 300,
em vez das 100 iniciais.
Então,
o Homem da Gasolineira
(de acordo com uma sapiente-burra jornalista, da família dos "Silvas", portanto, já de cá, mesmo antes de isto ser
"cá")
foi fazer a rodagem de um carro até à Figueira da Foz, e disse:
"Vêm aí fundos, vou-me instalar",
e o dinheiro escorreu,
escorreu,
escorreu,
parecia que havia um enorme ralo,
porque chovia,
mas eram poucas as poças que ficavam no chão,
e cada vez mais gente se pendurava no Gasolineiro,
o chamado Princípio das Rémoras,
que não se preocupavam com andar a palitar os dentes aos tubarões,
e era a rémora Dias Loureiro, mais a rémora Leonor Beleza, mais a rémora do irmão e da irmã e do irmão da irmã dela,
uma família de rémoras,
e mais a rémora do Durão Barroso,
e a rémora do Deus Pinheiro,
e o Taveira,
e o Eurico de Melo,
e o Marques Mendes,
e um dia essa porcaria acabou toda,
já nem me lembro como
(vejam no RTP-Memória),
e veio o "Picareta",
tentar distribuir pelos cágados aquilo que só os tubarões e as rémoras andavam a papar,
o problema é que havia cada vez mais cágados, e rémoras e tubarões,
e o dinheiro escorreu,
escorreu,
escorreu,
parecia que havia um ralo,
penso de que,
cada vez
MAIS MAIOR,
e um dia essa porcaria acabou toda,
já nem me lembro como
(vejam no RTP-Memória),
e ficaram a boiar no lago milhares de rémoras e cágados e restos de fundos e tubarões.
Portanto,
isto já não é La Fontaine,
é o Padre António Vieira,
mas ao contrário,
pelo que vou simplificar,
sendo mais objectivo.
Na enorme Retrete Nacional,
presentemente entupida,
e com um sarro que vinha do tempo das Cruzadas,
o Professor Gasolineiro deixou,
com a maior das canduras
(cof,cof,cof....)
instalar-se uma segunda camada de sarro,
o sarro cavaquista,
sobre o qual,
-- espantação geral!... --
já uma terceira camada de sarro hoje se entranhou,
o Sarro do Final dos Tempos,
ou,
como Píndaro diria,
um sarro de um sarro.
E todo esse sarro está agora a tentar amarinhar,
por ali acima,
com medo de se afogar no sanitário entupido.
E é assim que eu vejo o Gasolineiro,
a quem o eclipse,
e eu,
não agoiramos nada,
mas mesmo nada,
de bom.
 
Que saudades daquele dia em que o dentinho Cavaco foi ao dentista, para ser desvitalizado no garrafão da Ponte

O Mário Soares,
rata velha,
em vez de o pôr na rua, deixou-o cair de podre.
Um Governo Osteoporótico.
.
Na altura,
o Peidas Lourido ainda só era Ministro
(pai, já sou ministro!...)
mandava dar porrada em toda a gente,
uma espécie de miguelista da Lusitânia retardada.
Portugal fazia maratonas de cadeiras de rodas com a Grécia,
para ver qual ficava com a cauda da Europa,
o Grande Timoneiro ia sempre pendurado no estribo,
ao lado do ex-maoísta e neo-oportunista Durão Barroso,
aquela m*erda,
um dia,
descarrilou nas contra-curvas do IP-5,
a ESTRADA ASSASSINA,
-- até a Maria ia para lá andar de trenó,
nos dias de grande humidade
"nunca senti nenhum perigo, havia só aquela emoção da montanha russa da Feira Popular, também só lá andei uma vez, ficava muito longe da Vivenda Mariani" --,
já estamos na linha da frente,
direita
esquerda
volver
o PELOTÃO DA FRENTE,
a patinar no Pulo do Lobo,
o Soares raposão dava gargalhadas na Praia dos Tomates,
o rei vai nu,
"filho, os ossos do teu governo já só parecem uma filigrana...",
as câmaras não largavam aquelas mandíbulas de retro-escavadora,
ao cair dos noticiários,
já só enfardava fatias de bolo-rei,
era Natal o ano inteiro,
-- mas só para alguns --
NATAL, MAS SÓ PARA ALGUNS,
"atão,
professor,
isto vai,
ou não vai?..."
Não sei,
não leio jornais
aliás,
não leio mesmo nada.
O desemprego galgava durão-socraticamente por ali acima,
as gajas dos têxteis todas em casas de alterna,
Setúbal na soleira da porta,
a Agricultura vendida por tuta-e-meia por um labrego com ar de merceeiro
-- varreu-se-me o nome --
O Migâ Amâgàl a fantasmear empresas e a sacar fundos para a amigalhada,
com a mulher fechada num gabinete do Ministério para fingir que não estava louca
-- se for dada como louca, não me posso divorcair,
isola, isola, isola!... -
um outro,
com ar de anémico,
falava de reciclar os hemodializados,
para aproveitar o alumínio,
aliás,
tudo o que metia sangue,
neste Great Portuguese Disaster,
acabava mal,
ai dos hemo deste mundo,
que morerrão contaminados,
reciclados,
porque a palavra de ordem era a de SACAR,
mas saudavelmente:
Santana tratava da Cultura
e a Ferreira Leite da Educação,
o Coelhinho dentolas era Secretário de Estado da Ignorância
-- licenciaturas prâ quê???... ---
THE GREAT PORTUGUESE DISASTER
parecia o Grande Funil dos Analfabetos,
a galope para o fundo do cóccix europeu,
e o outra mascava bolo-rei;
a Maria
-- burra com'às casas --
fazia tricot,
uma mantinha para os dias de Inverno,
que deus no-lo traga brando,
-- roubada no avião, como rezava o Portas --
(Grande voz nessa altura,
VENHA ELE!...)
Querida,
para si,
o Mundo é uma manta e um côdea,
e o Taveira,
por detrás,
a enrabar,
"--Srª Dª. Maria Cavaco Silva,
que pensa das enrabadelas do arquitecto do Regime?...
-- Eu não acredito nessas coisas;
sexo,
só para procriar,
e a semente deixada em vaso próprio,
e mesmo assim, com cautelinha,
cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém...,
mas deixe-me estar sossegada,
que estou a ver um programinha do Carlos Cruz..."
Era tudo tão bom nesta altura,
o dia começava pela manhã e acabava à noite,
a hora era a mesma de Espanha,
para se poder começar a especular e a dar golpadas na Bolsa mais cedo,
ano terrível, de seca,
mas com o sol a pôr-se grandiosamente nas dez horas do seu Verão prolongado,
as vacas ainda não andavam loucas,
e a própria sida levava seis meses a chegar ao sangue,
tempo suficiente para escoar os lotes já comprados,
o BCP surgia do nada e ainda não branqueava capitais,
a Amália era viva,
e viva aquela santa Lúcia que ainda tinha visto a Senhora;
as gripes só constipavam as saloias, e NUNCA as galinhas,
e as Amoreiras eram as Twin-Towers portuguesas,
um pouco mais modestas,
é certo,
mas nós só governamos com o pilim de 3 orçamentos,
o da Europa, o de Portugal, e o das Privatizações,
construímos o Centro Cultural de Belém,
um caixote,
que custou dez anos antes,
o dobro do que iria custar a obra-prima do Guggeheim de Bilbao,
e íamos para a Guerra do Golfo na carcaça Gil Eanes,
um velho porão,
à Solnado,
de transportar sacos de batatas;
os Americanos,
quando viram aquilo,
puseram-no logo num porto de retaguarda,
não fosse afundar-se e bloquear o Golfo,
coisa boa,
o Ministro da Defesa,
sucessor do pedófilo Eurico de Melo,
a reserva moral do P.S.D..,
vice-rei do Norte,
com primeira dama de honor o "Major" Valentim Loureiro,
que distribuía,
já não me lembro bem,
se fogareiros se micro-ondas
(pelo nível, suponho que fossem fogareiros),
o Ministro da Defesa,
sucessor do Vice-Rei dos Putos
-- um borra-botas cujo nome se me varreu --,
quando descobriu que aquilo era mesmo sucata,
foi para o largo dos Açores,
tentar enfiar-lhe o cavername no fundo do Mar,
com munições do tempo do Gungunhana,
aquela me*rda estoirou fora do previsto,
era Sua Excelência aos berros,
PREGO A FUNDO!...
que ainda apanhamos com algum estilhaço nos cor*nos!...,
e apanharam,
e não foram poucos,
a raiva popular todos os dias lhes dava com estilhaços nos co*rnos,
eram ministros das finanças atrás de ministros das finanças,
com as contas públicas no mais vergonhoso descalabro,
E o Cadilhe,
e a pirosa casa do Cadilhe, nas Amoreiras,
e o Borges de Macedo,
parecia um pelicano,
com a queixada a arrastar,
e a Ferreira Leite posta na rua,
porque já nessa altura trocava os zeros todos,
era o PAÍS DOS ZEROS,
dos zeros do Catroga,
dos zeros do Lá Féria,
dos zeros da Beleza e dos irmanastros,
da Beleza velha, que dava golpadas na secretaria do Ministério da Saúde,
dos zeros da Dona Branca,
dos zeros do Pedro Caldeira,
dos zeros dos poemas de um labrego que era deputado, e fazia rimas à Manel Alegre,
mas ainda mais pobre,
dos zeros dos putos sacados pela noite à Casa Pia, para visitarem Ministros e Embaixadores,
"-- Srª. Dª Maria Cavaco Silva, que pensa da Pedofilia?..."
"-- Credo, que horror, graças a deus que essas coisas não "há-dem" haver nunca em Portugal!... Olhe, desculpe não lhe poder dar mais atenção, mas estou a ver este programa cultural do Sr. Nicolau Breyner..."
Dos zeros e da pobreza,
apesar dos 3 orçamentos,
mas como poderia haver orçamentos que resistissem, com tanta mão a ROUBAR!...
ERA SEMPRE NATAL, MAS SÓ PARA ALGUNS,
Foi-se à urnas e levaram duas carimbadelas
de seguida
"NÃO!...",
nas Legislativas,
e "NÃO!..." no Cavaco para Presidente,
coitado, pensava que se branqueava em dez semanas de DEZ ANOS de imundície, pilhagem e regresso à barbárie.
Nem dez anos,
nem cem anos, filho!...
THE GREAT PORTUGUESE DISASTER!...
Foram todos votar na fraca figura do Sampaio,
eram os comunas todos,
defronte do Altis,
com carrancas do Cavacão a fazer ão-ão,
"TIREM-ME DAQUI ESSES GIGANTONES!...",
vociferou o cavaleiro da fraca figura,
e lá foram,
não fosse algum esclorosado de 2005 se lembrar de os ir buscar para restituir à vida,
ou à paródia da vida.
ó Peidas,
telefona ao teu pai a dizer que já és ministro!...
Pai,
já sou ministro,
deixe a bomba de gasolina,
e arranque essa placa infame:
em Boliqueime já não há fossa,
nem poço,
nem rasto de poço:
agora há fonte...
e que fonte:
Uma vera fonte de detritos sólidos...
 
Esta é do "Expresso" e também é genial, sobretudo para os mais novos, para quem Cavaco Silva é apenas um ridículo boneco articulado de cera mal consolidada:

"ao longo dos seus dez anos de poder, Cavaco era um obcecado com a segurança. Insistia em usar nas deslocações partidárias um velho Ford blindado, que lhe terá sido oferecido por Margaret Thatcher, e em visitas oficiais não abdicava de um BMW série 7 também blindado. Era o único político em Portugal a ter viaturas deste género"
 
SOIS UNS COBARDES!!!

ESTE SUPOSTO BLOG DE APOIO A CAVACO È UMA TRETA DA EXTREMA ESQUERDA!!

SEJAM HOMES, JÀ QUE NÂO CONSEGUEM SER DEMOCRATAS, E ASSINEM COM O VOSSO NOME!!

AH! E TENHAM VERGONHA....A DEMOCRACIA ESTÀ PARA QUEM DÀ A CARA!
DOMINGOS
 
Brilhante.
Ambos os textos.
E além de me fazerem rir, fizeram-me recordar, o que é bom e avisado...
 
Ora finalmente alguém que se assume, com coragem, bons argumentos e boa educação.
Ò Domingos, òlha è os acentos!!!
Gostei de saber quem tu eras, isso sim é que é um bom exemplo da "Assunção" cavaquista.
 
E quanto ao Ramalho Eanes a presidir,
aqui vai mais uma: é um manequim dos anos 70, do Casão Militar, a dar apoio a um manequim dos Anos 50, da Rua dos Fanqueiros.
Será que neste país não há quem se consiga vestir, nem que seja um bocadinho... à europeia?...
 
Caro sábados,

Eu sei escrever e, inclusive, até aprendi no meu percurso algumas regras de gramática…

Pena é que TU NÃO TENHAS APRENDIDO O QUE É A DEMOCRACIA!
E A SER HOMEM TAMBÉM!

ÉS UM COBARDE!...TU E OS TEUS COLEGAS…
ESPERO QUE PELO MENOS TENHAS DISSO CONSCIÊNCIA!...
domingos
 
O Outro Cavaco (também de o "Expresso"),
ou de como tentar branquear branqueia mais branco (para os tolos)

(…) Por volta de 92 passei uma tarde de domingo em S. Bento, com o Rui Ochôa, a fotografar Cavaco Silva para o EXPRESSO. O primeiro-ministro parecia outra pessoa: brincava com a marca da máquina fotográfica Mamya, que ele chamava «Mama Mia». Mostrava uma paciência infinita com o acerto das luzes de «flash» e estava sempre atento ao número que o fotómetro indicava: «Não era 5.6 há pouco?» No meio da sessão não resmungou quando lhe disseram que a gravata era triste. Aceitou logo mudar de padrão.


Anos mais tarde, num dia de Agosto, fui até à vivenda Mariani, no Algarve, para fotografar o já então ex-primeiro-ministro. Entrei pelas traseiras, que eu já conhecia de outras ocasiões, e depara-se-me o portão aberto, vendo-se ao fundo Cavaco Silva a ler o jornal da manhã. Acenou-me mandando-me entrar. Estava sozinho e recebeu-me com uma cordialidade natural. Pouco depois chegou Maria Cavaco Silva. Combinámos umas fotografias ali à beira da piscina, já que a minha reportagem era sobre as férias de alguns políticos. Enquanto fotografava fomos conversando e a hipótese de fotografar a neta depois de acordar foi logo aceite. Sentámo-nos os três na relva e ficámos ali a conversar sobre a auto-estrada para o Algarve que Guterres não conseguia acabar, sobre a greve dos pilotos da TAP, sobre fotografia. Cavaco queria que eu lhe explicasse como funcionava uma pequena câmara fotográfica, o que não foi difícil: ao fim de um minuto tinha percebido as funções básicas.

Aquele homem que quando era poder se tinha rodeado de segurança por todos os lados, dando uma imagem intolerante, estava ali como um comum mortal, sentado na relva, conversando com um fotógrafo que conhecia de vista, deixando-se fotografar sem tabus com a família. Para mim foi uma grande lição de simplicidade(…)”
-----------------------------------

Estive a ler este texto, e quase chorei.
A arrogância saloia estava transfigurada.
Nas entrelinhas, há qualquer coisa dos êxtases de Santa Teresa d'Ávila.
É o jovem iniciado que é recebido pelo Velho da Montanha: das suas mandíbulas, que outrora trituravam jornalistas, sai agora uma música celestial.
Estava com sorte, o Professor já tinha ultrapassado aquela dificílima fase da sua vida em que se vestia de fraque para aparecer em certas bordas de piscina.
O repórter sentou-se: a seu lado, qual inefável Penélope, a esposa remendava uns peúgos usados.
E foi então que, num momento Zen, ele contemplou a Fada do Lar, a Maria, e compreendeu, qual iluminação de Plotino, de onde o étimo de "Maria-ni" vinha.
Repetiu em surdina:
"MARIA-------------NI"...

E eu,
que saudades do tempo em que o Professor tinha aulas de dicção com a Glória de Matos,
então,
professor Aníbal, qual o maior desgosto diccional da sua vida,
olhe,
Glória de Matos,
o meu maior desgosto é não conseguir pronunciar correctamente o nome da minha senhora...,
da sua Maria,
perguntou a Glória,
mas isso é tão fácil:
faça como eu,
estenda a queixada para a frente e diga:
"Maria-------------------------------------ni",
e ele,
"Mari---a...-....ni...",
não,
não,
professor,
"Maria----------------------------------------ni"
(silêncio)

(era triste ver uma tão ilustre cátedra incapaz de entoar aquele lindíssimo e simples ditongo)

e foi então que a Glória de Matos se lembrou do Ovo de Colombo, sacou de uma fatia de bolo-rei, e disse-lhe:
"tente apanhá-la com a queixada,
professor,
ao mesmo tempo que diz
MARIA--------------------------------------NI!"
.
Bons tempos.
Já muita água correu, desde então, no IP5 e na Ponte de Entre-os-Rios,
mas aqui fica este testemunho:
sempre que o ridículo "sketch" da retro-escavadora a mascar frutas cristalizadas vos for posto à frente,
pensai bem,
antes de ridicularizar:
naquele NHAM, NHAM, NHAM,
está mais metafísica do que em todas as Pirâmides do Egipto,
pois não é mais do que o esforço hercúleo de um homo faber a tentar pronunciar as suas primeiras palavras,
e as suas primeiras palavras já eram as palavras de um maravilhoso amor.
Ámen.

-----------------------------------

(continuação) Sabe -- disse ele para o jonalista -- temos aqui um problema com esta máquina fotográfica:
a minha senhora não se consegue entender com ela,
é verdade,
as fotos ficam sempre todas escuras,
pois fale aqui com o Rui Ochôa,
que é ele quem falsifica as películas.
Ora agarre lá na máquina.

(Grande pausa. Lá ao fundo, o Grande Timoneiro canta MAMA-MIA, MAMA-MIA. Maria Cavaco Silva, a ex-obreira do Ano Zero da Universitólica Caquética, aponta a objectiva para as verrugas da própria cara, e dispara).
.
-- NÃO!!!... NÃO!!!... NÃO!!!

A OBJECTIVA É PARA A FRENTE!!!...

A doutora tem de colocar o seu olhinho aqui atrás, e disparar com a objectiva para a frente!...

-- Ai é por aqui que eu tenho de olhar??... O buraquinho pareceu-me tão pequenino...
 
Da entrada "Cavaco Silva", em www.wikipedia.com

"Pela sua figura austera e fora de moda, bem como pelas constituições dérmica e epidérmica, que faziam lembrar as colorações dos bonecos das montras do tempo da Maria Callas, o Professor passou a ser conhecido pelos seus conterrâneos pelo "Manequim dos Anos 50 da Rua dos Fanqueiros" (ver Anos 50, ver Rua dos Fanqueiros). 20 Anos depois, ao apresentar-se como "Salvador" e "Renovador" já eram notados no seu fácies algumas características típicas do envelhecimento provinciano português: a tendência para as maxilas pedirem um banco de jardim e uma bengalinha à sombra da azinheira, ou a presença, com alguma gosma na garganta, atrás de uma caixa registadora de uma bomba da gasolina. A imagem tornava-se, portanto, muito mais próxima de fotografias a preto e branco, do tempo da Gripe Pneumónica, o que levou, mesmo, a que algumas equipas de investigação antropológica do Shithsonian Institut se deslocassem a Lisboa. Portugal estava, de novo, no centro das atenções da comunidade científica"
 
Olha que dois que se juntaram....
Na posse rire que fique feie!!!
 
Arrebenta...."Camarate" nunca mais.....
 
Zapatero = Peter Sellers in "The Party".
 
Págin Web Tongo?
 
Pois O Soares não disse nada disso quando andava a mamar na CIA às custas do Carlucci e dos americanos, não foi jjoyce? Se calhar és nova demais. Porque não lês o Livro do Rui Mateus?

Pelos vistos não gostas de homens sérios, ou gostas? Felgueiras Valentis Isaltinos desses é que gostas?
 
Avelinos, Isaltinos, Valentinos....
 
Vitorino = Homem serio
 
Arrebenta = Papagaio nonó ateu ?
 
Domingos e Vitorino = Boas Pessoas
 
A joyce gosta de gamberria....
 
Sacana Arrebenta.....Quo Vadis?...And remember, Big Brother is watching.....!
 
Título errado. Devia ser:

"Ramalho Eanes preside a qualquer Comissão de Honra de qualquer candidato que consiga meter aquele gajo que não suporto, um tal Mário Soares, na ordem"...
 
Ainda falam do Mário Soares. Tem quase 81 anos e é mais desempoeirado de ideias que muitos jovens de 68 anos...
 
Pero bota mais peidos....
 
Um tropa na comissão de honra??? E logo o Patilhas d'Aço mais a sua Manela da Laca??? Não queremos!!! São todos feios! Não têm o minímo de sentido de humor!!! São chatos!!! Muito chatos mesmo!!!
 
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