Super Cavaco a Presidente: 2005-12

2005/12/31

 
O grupo de apoio à candidatura do Professor Anibal Cavaco Silva, deseja-lhe um ano cheio de vitórias...

2005/12/30

 
Votar em Mário Soares ou em Alegre, é um tiro no escuro

Os portugueses têm ouvido nesta campanha criticas à governação de Cavaco Silva, como nunca ouviram. Agora, num cúmulo de desfaçatez, todas as culpas da situação actual são da responsabilidade daquele ex-Primeiro-Ministro, como se não tivesse existido a governação de António Guterres que proporcionou aos portugueses seis anos de boa-vida, tão confortável era a situação que lhe tinham deixado.

Ao escutar essas criticas ficamos com a sensação que foram suprimidos do calendário os anos que mediaram entre 1995 e 2005, tal é o descaramento. Cavaco Silva tem razão quando fala de inverdades e deturpações, bem como, de uma grande injustiça. Para se avaliar com seriedade um período de dez anos de governação, apenas se pode fazê-lo de forma global e há que ter em conta os relatórios de entidades insuspeitas e a opinião de pessoas de indubitável autoridade e independência, como Jacques Delors (http://www.cavacosilva.pt/?id_categoria=48&id_item=6846), o lendário Presidente da Comissão Europeia que exerceu o cargo entre 1985 e 1994 e membro do Partido Socialista Francês.

Se alguém entende que Cavaco Silva governou mal, então o que deve pensar essa pessoa da governação de António Guterres? E de pessoas, politicamente falando, como Mário Soares e Manuel Alegre que foram seus apoiantes?

Apesar do descalabro financeiro que esta governação provocou, Mário Soares, que se gaba de ser um visionário, nunca levantou a sua voz para denunciar ou antecipar a mesma, porque não sabia ou porque não convinha. E de Manuel Alegre, que sempre foi um disciplinado deputado do partido responsável por esses desastrados governos, ninguém ouviu algum protesto contra tão prejudicial desempenho. Hoje, milhões de portugueses sofrem com a situação provocada por essa péssima governação.

Já agora, que garantias de independência podem eles dar ao país?

Uma das diferenças entre Cavaco Silva e os outros dois candidatos é que o primeiro sabe que quando a economia e as finanças estão mal, tudo o resto falha a começar pelos aspectos sociais, os outros como pouco percebem destas matérias, preferem desvaloriza-las. O verdadeiro perigo está nisto, eleger alguém que não entende de matérias de que depende o nosso futuro e não tenha independência suficiente para denunciar ao país se algo de errado estiver a ser feito. Com Cavaco Silva ganhamos a vantagem de evitar desvios perigosos e o único risco que corremos é ter melhores dias no nosso país.

Votar em Mário Soares ou Manuel Alegre é uma aposta no escuro. Votar em Cavaco Silva é votar no inconformismo, na esperança e na vontade indomável do nosso Povo de vencer. A mesma vontade e o mesmo sentido de risco que nos levaram a dar novos mundos ao mundo. Vamos eleger Cavaco Silva para Presidente da República. Por um Portugal Maior.

2005/12/27

 
Cavaco em Belém não ficará de braços cruzados
e essa é a grande diferença

O JN publica hoje, 27 de Dezembro, uma entrevista a Cavaco Silva onde este afirma que a decisão de se candidatar “foi difícil de tomar. Tinha a vida muito organizada. E gostava do que estava a fazer.”. Sobre o risco de perder disse que “O risco maior era eu ter ficado mal comigo próprio se não tivesse avançado.”.

Caso seja eleito, este candidato independente gostaria de ter como primeira tarefa “uma conversa longa com o Primeiro-Ministro.”. Sobre a participação nos Conselhos de Ministros diz que “não sou muito favorável a isso, excepto em momentos de crise em que o presidente queira manifestar solidariedade muito forte para vencer uma situação.” e justifica “o presidente não deve participar no processo politico de decisão próprio do Governo.”.

Quanto ao contacto com os portugueses responde “Não ficarei fechado no Palácio de Belém”, destacando a importância do Norte que “deve merecer uma atenção especial da parte do líderes políticos, na medida que tem uma tradição importante de exportação.”.

Mostrando a sua preocupação sobre uma magistratura passiva diz que “Deus queira que não tenhamos um Presidente da República que tenha a ideia de que não pode fazer nada. O presidente deve pensar que pode fazer.”.

Concorda que “Os factores psicológicos são muito importantes na evolução de um país porque determinam as expectativas. A credibilidade e a confiança são factores psicológicos importantes para gerir as expectativas em face do futuro.” e concretiza “ O Presidente da República tem muita influência pela imagem que projecta. Ele tem de ser um exemplo de seriedade, de honestidade, de rigor, de defesa do interesse nacional, de intransigência em relação à corrupção e ao laxismo na despesa.”. Recorda “a legitimidade que o presidente tem pelo facto de ser eleito directamente pelo povo.”.

Declarou-se surpreendido com a insistência de Mário Soares em ter sido o garante da estabilidade afirmando “pode ler-se um artigo que Jorge Lacão escreveu sobre o congresso “Portugal que futuro?”, onde diz que foi das iniciativas mais agitadoras para o PS.” e acrescenta “o dr. Soares se esqueceu das declarações do dr. Vítor Constâncio quando este saiu da liderança do PS.”, para depois rematar referindo-se à tese de mestrado de Estrela Serrano (antiga assessora de Soares) “onde está escrito, de forma lapidar, como eram manipulados os jornalistas”. Conclui dizendo que sempre foi a favor da estabilidade politica, lembrando “Até disse aos portugueses que, se não quiserem dar a maioria ao meu partido, a dessem a outro.”.

 
O que pensam os Portugueses
Tempestade num copo de água

Hoje, 27 de Dezembro, estalou a polémica sobre a questão de um Secretário de Estado para acompanhar as empresas estrangeiras, na linha das preocupações que Cavaco Silva tem revelado com o emprego.

Há duas formas de analisar esta atitude:

- A bondade de alguém que quer ajudar o governo e o país a resolver os graves problemas de que a nossa sociedade padece.
- A maldade de quem quer perverter o sistema de poderes do nosso actual regime político.

Uma pessoa negativa, ou que tenha uma ideia negativa de um determinado individuo, por muito que este tenha boas intenções, encontrará sempre uma interpretação negativa dessas intenções.

É inegável que há um conjunto de candidatos cujo único objectivo é derrotar Cavaco Silva pelo que procuram avidamente qualquer aspecto que possam usar contra ele, adicionando-lhe muita imaginação. Onde há uma intenção genuína de ajudar, encontram um desejo de perverter o nosso sistema político.

Mas, Cavaco Silva é o único que demonstra vontade, que é genuína, de dar o seu contributo como o mais alto magistrado da Nação para ajudar de forma activa o país a vencer as suas dificuldades. Para ele não faz sentido que seja eleito um Presidente da República para um exercício passivo do cargo, quando o país se encontra numa situação muito difícil.

O discurso aberto sobre a forma como pretende exercer o cargo de Presidente da República, é um sinal do seu desapego ao poder. No fundo, Cavaco Silva está a dizer que ou sirvo para alguma coisa ou, então, não vale a pena ser Presidente da República. Em boa verdade, ele é o único que fala sobre a forma como tenciona exercer o cargo de mais alto magistrado da Nação. É um testemunho da sua honestidade politica.

No dia 22 de Janeiro de 2006, o Povo Português soberanamente escolherá o tipo de magistratura que pretende para a presidência da república.
azizissa@altalogica.pt

 
O Presidente Cavaco, como já lhe chama Mário Soares, está mais preocupado em resolver os problemas do país, do que propriamente em "achincalhar" os seus adversários

Mário Soares gaba-se de ser um visionário socorrendo-se das suas críticas à intervenção dos EUA no Iraque. Acontece que ele não foi o único a ter essa posição. Em Portugal, na Europa e em todo o mundo houve um coro de protestos contra esta invasão. O próprio Cavaco Silva manifestou reservas a esta invasão por ocorrer fora do quadro das Nações Unidas. Portanto, se Mário Soares foi um visionário, então milhões de pessoas o foram, incluindo portugueses, o que constitui um paradoxo. Visionário é aquele que vê ou antecipa algo que os outros não conseguem vislumbrar.

Cavaco Silva foi o primeiro a antecipar que as nossas finanças públicas caminhavam para o descalabro, que a nossa economia se afastava da indispensável convergência europeia, que a nossa adaptação à moeda única estava a ser mal feita e que as consequências seriam graves para a nossa coesão social. Cavaco Silva viu e disse tudo isto, contra a corrente. Muitos o criticaram pelas suas posições, mas foram as suas continuadas intervenções que permitiram pôr a descoberto o desgoverno do país, poupando-nos a males maiores. E ninguém o ouve assumir-se como um visionário.

Entre a vaidade de um e a humildade do outro vai a diferença entre um candidato ávido de protagonismo e outro focado nas questões que afectam o país e as suas pessoas.

É, por isso, um sinal da forma de exercer a mais alta magistratura da Nação que cada um deles corporiza. Mário Soares procurando as luzes da ribalta e o “Presidente Cavaco”, como já lhe tem chamado aquele candidato, preocupado com o desenvolvimento e a coesão social da sociedade portuguesa.

2005/12/26

 
O que pensam os Portugueses
Cavaco a solução para galvanizar a energia dos Portugueses
Na situação difícil em que o pais se encontra é muito importante para Portugal ter como Presidente da República uma pessoa com elevados padrões éticos e de conduta que consiga galvanizar e agregar a emoção e energia dos Portugueses. Tal requer um perfil de rigor, de dedicação às causas e um profundo conhecimento das actividades económicas e da experiência de governação para poder ajudar e apoiar as medidas governativas.O candidato que se encaixa claramente neste perfil é o Prof. Aníbal Cavaco Silva.
António Horta Osório

2005/12/24

 
O grupo de apoio à candidatura do Professor Anibal Cavaco Silva, deseja-lhe um FELIZ E SANTO NATAL

2005/12/23

 
Debate Final
Sondagem do CM, é mais que evidente

 
Tudo indica que vitória será certa à primeira
A TVI apresentou a 22 de Dezembro, os resultados de uma sondagem realizada no dia 21 de Dezembro envolvendo 1117 entrevistas:

· Cavaco Silva, 45.6%, 509 votos
· Mário Soares, 15.1%, 169
· Manuel Alegre, 13.5%, 151
· Francisco Louça, 6.4%, 71
· Jerónimo de Sousa, 4.8%, 54
· Total das preferências, 85.4%, 954
· Indecisos, 14.6%, 163

Geralmente, nas sondagens fazem parte dos indecisos aqueles que não respondem, tencionam não votar ou ainda não decidiram. Não foi mencionado o número respeitante aos primeiros dois grupos, no entanto, face à abstenção verificada em anteriores actos eleitorais, fica a dúvida se estes 163 eleitores correspondem de facto a indecisos ou a abstencionistas.

Ignorando os indecisos as percentagens passam a ser:

· Cavaco Silva, 53.4%
· Mário Soares, 17.7%
· Manuel Alegre, 15.8%
· Francisco Louçã, 7.5%
· Jerónimo de Sousa, 5.6%

Em caso de 2ª volta entre Cavaco Silva e Mário Soares os resultados são:

· Cavaco Silva, 52.9%, 591 (+82 votos que a 1ª volta)
· Mário Soares, 23%, 257 (+88)
· Total das preferências, 75.9%, 848
· Indecisos, 24.1%, 269

Sem os indecisos:

· Cavaco Silva, 69.7%
· Mário Soares, 30.3%

Para uma 2ª volta entre Cavaco Silva e Manuel Alegre:

· Cavaco Silva, 48.6%, 543 (+34)
· Manuel Alegre, 28.7%, 321 (+170)
· Total das preferências, 77.3%, 863
· Indecisos, 22.7%, 254

Sem os indecisos:

· Cavaco Silva, 62.9%
· Manuel Alegre, 37.1%

Os dados da 2ª volta elucidam um facto que muitas sondagens já indicaram: Cavaco Silva tem uma boa penetração no sector da esquerda, embora com Manuel Alegre seja bastante atenuada, apesar de lhe bastar mais 6.2% (1.4% dos 22.7%) dos indecisos para vencer a eleição, falando em termos absolutos.

A comparação das duas hipóteses para a 2ª volta demonstra que Mário Soares tem uma péssima imagem junto do eleitorado.

As possibilidades de vitória para Cavaco Silva mantêm-se intactas e a possibilidade de isso acontecer na 1ª volta revela-se como muito provável.

Aziz Issá
azizissa@altalogica.pt

2005/12/22

 
Interpretação correcta das sondagens
No dia de 20 de Dezembro o Diário de Noticias publicou um trabalhou sobre uma sondagem realizada entre os dias 13 e 16 de Dezembro, em que foram entrevistadas 812 pessoas, das quais 71.7% manifestaram a preferência por um dos candidatos. Curiosamente este valor é cerca de 10%,15% superior ao número de votantes que se vêm verificando nas eleições legislativas e presidenciais dos últimos dez anos:

· Legislativas de 2005, votaram 64.26% e abstiveram-se 35.74%
· Legislativas de 2002, 62.34% e 37.66%
· Legislativas de 1999, 61.84% e 38.16%
· Legislativas de 1995, 67.14% e 32.86%
· Presidenciais de 2001, 50.93% e 49.07% (Reeleição de Jorge Sampaio)
· Presidenciais de 1996, 66.37% e 33.63%

Na referida sondagem, as preferências dos inquiridos distribuem-se da seguinte forma:

· Cavaco Silva, 57.9%
· Manuel Alegre, 16.2%
· Mário Soares, 14.8%
· Francisco Louça, 5.8%
· Jerónimo de Sousa, 5.3%

Dias antes, na edição de 17 de Dezembro, o Expresso apresentou os resultados de uma sondagem envolvendo 2069 entrevistas efectuadas entre os dias 11 e 14 de Dezembro:

· Cavaco Silva, 55.5%
· Mário Soares, 20.4%
· Manuel Alegre, 12.5%
· Jerónimo de Sousa, 5.7%
· Francisco Louça, 4.8%

Antes do início dos debates, decorreu entre os dias 30 de Novembro e 2 de Dezembro uma sondagem abrangendo 560 entrevistas, cujas conclusões, publicadas pelo Correio da Manhã na edição de 6 de Dezembro, indicam as seguintes preferências:

· Cavaco Silva, 50.9%
· Mário Soares, 14.7%
· Manuel Alegre, 12.5%
· Jerónimo de Sousa, 5.1%
· Francisco Louça, 4.1%
· Indecisos, 12.7%

Ignorando os indecisos obtêm-se os seguintes resultados:

· Cavaco Silva, 58.3%
· Mário Soares, 16.8%
· Manuel Alegre, 14.3%
· Jerónimo de Sousa, 5.8%
· Francisco Louça, 4.7%

Estes trabalhos revelam uma tendência fortíssima e duas dúvidas:

· Cavaco Silva tende para uma vitória à primeira volta.
· A posição relativa entre Mário Soares e Manuel Alegre ainda está em discussão
· Idem entre Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã

O Expresso vai publicar no dia 23 de Dezembro os resultados de uma sondagem a efectuar após os debates. Possivelmente, na próxima semana outros órgãos de informação apresentarão conclusões de outras sondagens. Portanto, até final do ano, antes da campanha entrar na recta final, haverá uma ideia consistente quanto à possibilidade da eleição ficar resolvida já a 22 de Janeiro.

No que respeita à campanha eleitoral o essencial concluiu-se com o último debate. Se as próximas sondagens confirmarem a tendência já manifestada, apenas um acontecimento extraordinário poderá alterar o desfecho das eleições do dia 22 de Janeiro.

De qualquer dos modos, Cavaco Silva aproveitará a sua enorme base de apoio popular para criar um efeito galvanizador, que tão bem fez em 1987 e 1991 quando obteve mais de 50% dos votos, para mobilizar os seu potenciais eleitores e, muito importante, captar os indecisos.

Aziz Issá
azizissa@altalogica.pt

 
Como compreender o efeito junto do eleitorado do último debate, entre Cavaco Silva e Mário Soares?

Há um estudo da Marktest, feito para o DN e a TSF, que ajuda a entender de forma eloquente as consequências deste debate.

Segundo este trabalho, efectuado em Novembro de 2005, as imagens dos candidatos, decorrentes dos seus desempenhos, têm as seguintes cotações:

· Cavaco Silva, +24.9
· Manuel Alegre, +17.3
· Jerónimo de Sousa, +5.1
· Francisco Louça, +5.1%
· Mário Soares, -30.9

Cavaco Silva e Mário Soares têm estado nos antípodas neste processo eleitoral e o debate não foi excepção, pelo contrário foi deveras elucidativo.

Cavaco Silva comportou-se na linha da serenidade e seriedade que tem pautado a sua campanha, com o foco colocado no desenvolvimento do país e na resolução da situação difícil em que nos encontramos. Cavaco Silva mostrou que como Presidente da República pode ser uma mais valia para o país e orgulhar os seus concidadãos, por isso, reforçou a sua posição.

Mário Soares levou até às últimas consequências o caminho errático que vem prosseguindo nesta campanha e deixou a nu uma triste obsessão por Cavaco Silva, razão única da sua candidatura, pelo que eliminou qualquer possibilidade de se redimir perante o eleitorado. Mário Soares, ex-Presidente da República, não fez jus ao seu estatuto e envergonhou os portugueses.

Pode encontrar o estudo de opinião neste endereço
http://www.marktest.com/wap/a/n/id~982.aspx

Aziz Issá
azizissa@altalogica.pt

 
Há quem vote num político pela clubite no seu partido.
Tal como se é adepto incondicional de um clube de futebol, também há pessoas que vestem a camisola de um partido, e votam nele independentemente de quem o chefia e de quem faz eleger. Para esses não faz muito sentido falar da credibilidade dos políticos, mas para os outros, os que acham que a política não é futebol e os partidos não são clubes, faz todo o sentido falar do tema. Até porque uma parte considerável do eleitorado muda o seu voto conforme a credibilidade dos políticos, independentemente dos partidos a que pertencem ou pertenceram ou de que são próximos. Isto é válido sobretudo para as eleições presidenciais em que se vota directamente numa pessoa e não num partido.A credibilidade de um político não reside apenas no facto ou na qualidade de não mentir, de não faltar à palavra dada, de cumprir as promessas. Se fosse apenas isso, então qualquer boa pessoa seria um político credível. De um político espera-se competência e será tanto mais credível quanto mais competência demonstrar. Significa isto que a credibilidade de um político assenta na sua história. Acredita-se num político porque se conhece, porque deu provas no passado, porque serviu o país. É de facto a história ou o passado de um político que faz a sua identidade, aquilo que é, que o caracteriza e distingue de todos os outros. A credibilidade de um político aumenta e diminui à medida que o eleitorado o vai conhecendo. Se um político tem uma personalidade forte, se resiste a contratempos, se não cede a pressões, se é consequente nos seus actos, então dizemos que se tornou credível, que podemos acreditar e confiar nele. Se, pelo contrário, pautou a sua acção pela popularidade, andando de cá para lá conforme os ventos sempre em mudança da opinião pública, então duvidaremos que seja uma pessoa vertical, credível. Ora um político que se mantém fiel a si mesmo nos sucessos e nas adversidades, nas vitórias e nas derrotas, que cumpre o seu programa e que não se desvia dos objectivos, é um político que adquire autoridade e ao qual se lhe reconhece autoridade. E quanto mais autoridade tiver maior credibilidade terá.Uma outra característica de um político credível e que decorre das citadas é a responsabilidade. Condição para poder ser responsável, para responder pelos actos é assumir o seu passado no presente e não enjeitar esse passado. Quem atira as suas responsabilidades para cima dos outros e ou para as circunstâncias é porque não agiu com autoridade, justamente no sentido da palavra, de ter sido o autor ou causa primária dessas acções. Não pode haver responsabilidade sem identidade e sem autoridade. A responsabilidade é a capacidade e o querer de acarretar com as consequências dos seus actos, sem arranjar bodes expiatórios ou desculpas esdrúxulas.Por fim, há o respeito. O respeito ganha-se e merece-se. Podemos não concordar com uma pessoa, podemos encará-la mesmo como adversária, mas podemos respeitá-la, ao passo que há pessoas do nosso lado que não são dignas de respeito. Quem é mais credível? Obviamente quem respeitarmos.Não vale a pena um político reivindicar credibilidade se não a sustentar com a integridade e a identidade do seu passado, a autoridade de quem cumpre, faz e manda e assume a acção, a responsabilidade de quem responde no presente pelo passado e responderá no futuro pelo presente e, por fim, o respeito de quem se dá ao respeito e não invoca afinidades de circunstância.Cavaco Silva é um homem e um político da maior credibilidade.
António Fidalgo
Professor Universitário

 
O que pensam os Portugueses
PCP e BE. As percentagens falam pelas atitudes

Na primeira eleição ganha por Cavaco Silva, em 1985, o PCP, sob a capa da denominação APU, obteve 15,55%. Dez anos depois, em 1995, o seu resultado eleitoral reduziu-se a 8,61%. A qualidade de vida das pessoas melhorou de forma substancial e isso desfavoreceu eleitoralmente os partidos da extrema-esquerda.

Volvidos mais dez anos, em que a situação económica e social do país piorou, estas forças somaram mais de 14% (BE 6,5% e PCP 7,54%). Note-se que o BE se apresentou às eleições legislativas pela primeira vez em 1999, ou seja, apenas conseguiu ganhar espaço politico após a saída de cena de Cavaco Silva.

Compreende-se a forma desesperada como estas forças, através dos seus líderes Louçã e Jerónimo, atacam Cavaco Silva e a sua governação.

Aziz Issá
azizissa@altalogica.pt

2005/12/20

 
O que pensam os Portugueses
A pessoa A e a pessoa B

A pessoa A governou durante dez anos, tendo obtido por duas vezes mais de 50% dos votos e, por isso, deteve um enorme poder. Durante a sua governação o país teve um rumo e uniu-se em torno dos grandes objectivos nacionais, a democracia consolidou-se, o pluralismo reforçou-se, a economia prosperou, acabou o flagelo dos salários em atraso e do elevado desemprego, a justiça social progrediu imenso, o acesso à educação generalizou-se, a concertação social tornou-se uma realidade como é próprio de uma democracia moderna, etc., etc., daí a obtenção de votações expressivas e dos elogios de insuspeitas entidades internacionais. Deixou uma situação tão positiva que foi possível a alguns pôr o país na boa vida durante vários anos.

Uma pessoa B diz que a eleição da pessoa A para um cargo com menos poderes do que aquele que exerceu durante dez anos constitui um alto risco.

Trata-se de uma afirmação com efeito de ricochete, porque não é credível, revela falta de lucidez, demonstra… bom, é melhor é não aprofundarmos. Perante este tipo de afirmações, qualquer pessoa com um mínimo de bom-senso e inteligência percebe onde está, efectivamente, o alto risco nesta eleição do Presidente da República.

No entanto, este tipo de intervenções tem uma vantagem: facilitam a escolha do próximo Presidente da República.

Cavaco Silva é a opção óbvia. Por um Portugal Maior.

Aziz Issá
azizissa@altalogica.pt

2005/12/19

 
O que pensam os Portugueses
Os blogs anti-Cavaco, estão recheados
de argumentos mesquinhos

Acabei de dar uma volta por blogs anti-Cavaco. Estão recheados de argumentos mesquinhos, aproveitando qualquer pormenor que avidamente procuram descobrir para denegrir a candidatura do pró-Portugal, tal como um faminto aproveita todas as migalhas que possa encontrar. Em substância nada se encontra para combater politicamente a candidatura do único candidato cujo foco é Portugal e os portugueses.

Saio desta ronda com a convicção reforçada de que tudo devemos fazer para eleger o Prof. Cavaco Silva para Presidente da República e com acrescido entusiasmo por um projecto politico que há muito não sentia. Observar este candidato a prosseguir a sua caminhada serena, apesar da forma algo virulenta como tem sido atacado, mantendo a lucidez de pensamento e o foco nos fundamentos da sua candidatura, faz crescer a admiração por ele e a certeza que é o único que tem mérito para ser eleito. E que mérito!

Os portugueses começam a compreender este facto. Depois do embate inicial após o anúncio da sua candidatura em que houve algum recuo nos resultados das sondagens, mercê do bombardeio a que foi sujeito, Cavaco Silva começa a recuperar, pois, o povo começa a separar o trigo do joio. É previsível que os seus oponentes continuem com a mesma estratégia de ataque, de parcos resultados e esgotada, à falta de melhores recursos, por isso, Cavaco Silva vai continuar a crescer.

Aziz Issá
azizissa@altalogica.pt

2005/12/17

 

PORQUE SERÁ?


 
O que pensam os Portugueses
Cavaco, a única possivel e lógica escolha

Cavaco é a única escolha possível e lógica, nestas eleições presidenciais. Porquê?.
Porque é o único candidato genuíno, isto é, é o único que se candidata porque quer efectivamente ser presidente da república, ao contrário dos outros candidatos. Se analisarmos as circunstâncias que rodearam o surgimento das candidaturas, facilmente se chega a esta conclusão. A comprovar esta minha ideia, estão as recentes declarações de Jorge Coelho, em jeito de apelo quase dramático, para a realização de uma, nas palavras dele, espécie de cimeira entre as 4 principais candidaturas de esquerda, para surgir um único candidato que, na opinião dele, seria Mário Soares, e que teria como principal objectivo da sua candidatura, mais uma vez nas palavras dele, evitar que Cavaco seja eleito, e com essa eleição, ocupar um cargo que, para o PS e a esquerda, tem sido considerado uma espécie de “coutada privada”.
Por tudo isto, mas principalmente porque Portugal vive, como é do conhecimento geral, um período particularmente delicado e preocupante, reafirmo que a única escolha possível e lógica para próximo presidente da república chama-se Aníbal Cavaco Silva.

Miguel Correia.

 
O que pensam os Portugueses
Debates Presidenciais criam "azedume" nos anti-Cavaco

Cavaco Silva vem melhorando o seu desempenho de debate para debate. Com Jerónimo de Sousa esteve descontraído e cilindrou-o. Este oponente ofereceu-lhe uma soberba oportunidade para enaltecer os feitos do seu governo no domínio social e desenvolver um discurso humanista e moderno, aproveitando pelo caminho para esvaziar as críticas dos restantes candidatos. Cavaco Silva demonstrou de forma clara que o desenvolvimento de politicas sociais depende do desenvolvimento económico. A um simpático mas soviético Jerónimo de Sousa que foi buscar ideias ao “baú das velharias”, contrapôs-se um Cavaco Silva virado para o tempo presente e futuro, o século XXI. As sondagens demonstram que Cavaco Silva consegue ir buscar votos ao eleitorado comunista. Com este debate agarrou essa parte que tem apetência para votar nele.

No dia seguinte Manuel Alegre e Mário Soares ofereceram um espectáculo de azedume. Muitos estarão a perguntar-se como podem estes senhores de provecta idade, fundadores e ora divisores do seu próprio partido, unir os portugueses, se nem o seu próprio espaço politico conseguem unir, numa batalha politica que consideram crucial? Não será isto uma demonstração da sua falta de discernimento ou da colocação de motivações pessoais acima do interesse colectivo? E logo eles que são socialistas, uma ideologia colectivista?

O debate foi uma constante de despiques acesos em que Mário Soares com uma certa sobranceria procurou trazer ao de cima a inexperiência politica de Manuel Alegre que por sua vez demonstrou com acutilância a contradição republicana da candidatura do ex-Presidente da República. Ambos desenvolveram um discurso algo antiquado e longe dos problemas que afligem os portugueses o que não admira. Mário Soares candidata-se porque quer impedir Cavaco Silva de chegar a Belém. Manuel Alegre que esteve relutante em candidatar-se, apenas decidiu avançar porque Mário Soares o ultrapassou de forma indigna e o seu próprio partido o humilhou publicamente. Fragilizaram-se mutuamente e o vencedor acabou por ser Cavaco Silva que pairou como uma sombra por força das referências que ambos os candidatos socialistas não resistiram a efectuar. Há fraquezas que são mais fortes do que a própria razão.

Os candidatos anti-Cavaco depositaram largas esperanças nos debates, mas os tiros estão a sair pela culatra. Cavaco Silva vem ganhando os seus debates e os outros apesar do visível esforço tácito de não se agredirem, acabam por se prejudicar de modo recíproco porque em última instância têm de defender o seu interesse particular.

Um sinal do desnorte que vai entre os anti-Cavaco são as afirmações preparatórias do alijar de responsabilidades na hora da derrota.

Aziz Issá
azizissa@altalogica.pt

2005/12/15

 
O que pensam os Portugueses
Cavaco. Dedicação à causa pública

A eleição presidencial é um dos momentos altos da vida democrática. Em Janeiro de 2006, de entre os vários candidatos, que todos merecem o meu respeito, e a pelo menos dois deles o País muito deve, a minha preferência vai sem dúvida para Aníbal Cavaco Silva. O seu passado de dedicação à coisa pública, a sua inquestionável integridade, a competência e o interesse pelo bem dos portugueses, revelados durante o seu consulado como Primeiro Ministro, vão agora ter a oportunidade de servir Portugal em condições muito diversas, mas num momento em que o seu indiscutível comando das questões económicas e financeiras, único entre os candidatos elegíveis, me parece fundamental. Agrada-me também o facto de, ainda que apoiado por partidos políticos, não se confundir com nenhum, e estar isento de participação no recente declínio da classe política em Portugal.
André Gonçalves Pereira

 
O que pensam os Portugueses
Cavaco, o Homem certo para o lugar certo

A linguagem e a maneira de pensar do Professor Cavaco Silva situam-se nos antípodas do histrionismo e do facciosismo entusiasta que se tornaram a estranha forma de sedução habitual do discurso político, e que, na medida em que nos afastam da realidade, amesquinham a dignidade da política. Como Sá de Miranda, ele poderia dizer: Não louvo o não saber / Como alguns às graças dados. Precisamos disso. E, na medida em que, melhor do que ninguém, ele se encontra em condições de nos ajudar a ver bem a nossa realidade e a fazer-lhe frente, melhorando-a, poupando-nos a uma linguagem cheia de dobrinhas e esquininhas, pouco arejada, é o homem certo, no momento certo, para o lugar certo.

2005/12/12

 
O que pensam os Portugueses

Em palavras simples, a eleição do Presidente da Republica será sempre uma escolha, que queremos tão consciente quanto possível, entre os candidatos que se apresentam a sufrágio. Ora, sem minimizar as qualidades que os outros possam ter, ou mesmo os serviços que tenham prestado, em minha opinião o Prof. Cavaco e Silva é de longe aquele que se apresenta como mais capaz de transmitir ao Povo português a esperança de que venha a ser mais feliz, de que desapareçam as misérias que tanto nos envergonham, e de que cresça em nós, finalmente, uma auto estima que já tarda.Para além do seu incontestável saber de Economista, as suas qualidades, que também suponho que ninguém negará, de seriedade, de ordem e de rigor penso que serão neste momento as de que mais necessitamos para vencer a crise em que vivemos, incutindo a partir de cima, no aparelho de Estado e não só, o implacável exemplo de um severo cumprimento do Dever que só ele poderá fazer de nós o País que todos queremos seja. Estou certo de que, nos próximos 5 anos, o seu saber, as suas qualidades e o seu exemplo bem merecerão de todos os Portugueses.

Francisco Almeida e Sousa

2005/12/11

 
Cavaco Silva condena actos ofensivos

O candidato a Presidente da República, Cavaco Silva, condenou "veementemente" as ofensas de que foi alvo Mário Soares, insultado e agredido por um ex-combatente em Barcelos. Segundo disse à Lusa um porta-voz da candidatura de Cavaco Silva, o ex-primeiro-ministro "quer de imediato condenar veementemente as ofensas e atitudes anti-democráticas de que foi alvo o Dr. Mário Soares".
Marcelo Ricardo Sousa

2005/12/10

 
O que pensam os Portugueses
Debate, Cavaco/Louçã

Este foi um debate entre o estadista Cavaco Silva e o quezilento Francisco Louçã.

Cavaco Silva demonstrou de forma categórica a qualidade da sua governação e esvaziou os argumentos de Francisco Louçã, naquele que é o principal vector da estratégia deste candidato contra o ex-Primeiro-Ministro. Recorde-se que o candidato do Bloco de Esquerda tem sido incansável em tentar demonstrar que Cavaco Silva governou mal, contrariamente ao pensamento da maioria dos portugueses. Na flagrante possibilidade que o candidato nomeado pela direcção do BE teve de frontalmente, cara-a-cara, provar a sua razão, fracassou de forma clamorosa. Mais, ofereceu ao candiato pró-Portugal a soberba oportunidade de invocar os méritos da sua governação, ele que é reconhecido pelo Povo Português como tendo sido o melhor Primeiro-ministro.

Repito: Francisco Louçã falhou redondamente no aspecto fulcral da sua estratégia eleitoral.

A partir daqui Louçã pode esgrimir os argumentos mais imaginativos contra Cavaco Silva que eles cairão em saco roto.

O debate ficou marcado e condicionado por este inicio e ao longo do mesmo foi-se desenvolvendo a ideia de que dum lado estava um estadista, realista e conhecedor, preocupado com o país e doutro, um activista da extrema-esquerda concentrado nos temas próprios deste sector politico, sem a responsabilidade de quem pode assumir o cargo de PR.

Cavaco Silva consolida a sua posição eleitoral e Louçã apenas fixa o seu eleitorado mais fiel.

No soporífero de 5ª Feira, perdão debate, Jerónimo de Sousa encostou Mário Soares ao governo e este quis cativar o eleitorado comunista, acabando por desguarnecer a captura do centro político.

Dois debates já lá vão e ambos claramente ganhos por Cavaco Silva. Faltam dois debates envolvendo Cavaco Silva e cinco entre os anti-Cavaco.

Isto promete. Uma vitória à primeira.

Aziz Issá
azizissa@altalogica.pt

2005/12/09

 
O que pensam os Portugueses
Debates Presidenciais

Retomam-se hoje, 8 de Dezembro, os debates entre os candidatos presidenciais tendo como referência o primeiro, entre Cavaco Silva e Manuel Alegre. Os candidatos anti-Cavaco depositam grande esperança na influência que os debates podem ter sobre os eleitores indecisos ou menos seguros, mas esquecem-se que o efeito pode ser inverso daquilo que desejam.

O primeiro debate foi dignificante para a classe politica e marca desde logo os próximos. Quem se afastar desta linha prejudicará a sua candidatura. O Povo Português não gostará de eleger para seu representante mais alto um politiqueiro, mas uma pessoa com classe. Afinal, trata-se de eleger um Presidente da República.

Mas há um factor que amplia a importância do comportamento dos candidatos. Num ambiente politico algo deprimido, a politiquice deprime ainda mais. O Povo quer eleger alguém que seja um factor de dignificação da politica, um pólo de união e uma voz de esperança efectiva. Quem demonstrar um comportamento demasiado agressivo e politiqueiro, dividir o Povo entre esquerda e direita, se apresentar como o profeta da desgraça ao ver mal em tudo o que se passa neste mundo (globalização, politica internacional, por exemplo) e não portador de soluções (embora o PR não governe pode ajudar a solucionar problemas através de uma postura pró-activa e construtiva), sairá negativamente afectado nas intenções de voto dos cidadãos.

No único debate até agora realizado a vantagem foi para Cavaco Silva de forma esmagadora. O estudo de opinião efectuado pela Eurosondagem para a SIC indica 27,3% consideraram que o vencedor foi Cavaco Silva e 15,7% indicaram Manuel Alegre, tendo 57% afirmado que não viram ou não sabiam responder. Face ao universo dos que emitiram uma opinião (43%), a preferência por Cavaco Silva representa 63.5%.

Quando Mário Soares anunciou a possibilidade de se candidatar, hipótese que havia considerado ser uma loucura, os apoiantes dos anti-Cavaco esfregaram as mãos de contentamento. Depois da desilusão das primeiras sondagens transferiram as suas esperanças para o desgaste logo após o anúncio da candidatura do Professor Cavaco Silva, o candidato pró-Portugal. Sujeito a um incessante bombardeamento pelos anti-Cavaco, o pró-Portugal aparece 45 dias depois com mais de 50% dos votos (que podem ser 58%, a explicar num próximo artigo), suficientes para ganhar na primeira volta. Agora, depositam toda a sua esperança numa reviravolta operada pelos debates. Acontece que o primeiro já lá vai e foi ganho pelo pró-Portugal. Faltam três, e atenção, mais seis debates, fraticidas e autofágicos, entre os anti-Cavaco.

Depois dos debates e posteriores sondagens, o combate entre os anti-Cavaco tornar-se-á um acto de desespero e o pró-Portugal continuará serenamente a falar com o Povo Portguês sobre Portugal.

Aziz Issá
azizissa@altalogica.pt

2005/12/06

 
O que pensam os Portugueses
Debate, Cavaco/Alegre

Para analisar eventuais efeitos eleitorais dos debates há que ter em conta o seu contexto político. Cavaco Silva vai à frente nas sondagens em boa posição para ser eleito à primeira volta. Manuel Alegre vai em segundo e o seu objectivo primordial é vencer Mário Soares e, eventualmente, em caso de segunda volta vencer a eleição que o próprio já reconheceu ser um objectivo difícil.

Por outro lado, as intervenções de cada um devem ser analisadas à luz da imagem e do peso específico de cada um na sociedade portuguesa. Ambos são respeitados e vistos como pessoas patriotas e honestas. Cavaco Silva é visto como um estadista e Manuel Alegre um poeta. Cavaco Silva é considerado como tendo sido o melhor Primeiro-ministro da nossa Democracia, dotado de profundos e amplos conhecimentos e experiência em assuntos de estado. De Manuel Alegre não se conhece uma actividade politica relevante, sendo mais conhecido como poeta, salvo situações recentes.

Entre Cavaco Silva e Manuel Alegre, não se notaram diferenças significativas no planos das ideias em relação às grandes questões, mas Cavaco Silva demonstrou ser mais clarividente, concreto e objectivo. Cavaco Silva mostrou-se confiante e determinado na sua capacidade de conseguir unir sectores da sociedade portuguesa com o intuito de atingir grandes desígnios nacionais. Manuel Alegre nada disse sobre o seu papel no que respeita a congregar esforços. Num ambiente politico em que há reconhecidamente uma falta de orientação, Cavaco Silva mostrou que sabe o rumo que o país deve seguir e, por isso, tem excelentes condições para dar o seu contributo a partir da Presidência da República para ajudar a vencer as dificuldades em que o país se encontra. Manuel Alegre demonstrou acima de tudo que é um idealista, mas sem ser capaz de definir um rumo. Cavaco Silva foi firme e claro no carácter supra partidário e independente da sua candidatura e no exercício do cargo de Presidente da República. Manuel Alegre foi pouco convincente no que respeita ao seu antagonismo face ao PS e a José Sócrates. Ninguém acredita que a sua vitória não seria uma bofetada a ambos e não geraria uma relação difícil entre o Presidente da República e o Primeiro-ministro. O estilo e a postura de Cavaco Silva neste debate certamente contribuíram para interiorizar no subconsciente das pessoas uma imagem de Presidente da República, pela forma serena e consistente da sua postura. Manuel Alegre sai como uma pessoa válida e útil para participar na discussão das grandes questões nacionais, em especial envolvendo matéria cultural e histórica.

Em resumo pode-se gostar de ouvir o poeta Manuel Alegre, mas em termos de capacidade de liderança acredita-se em Cavaco Silva. Uma diferença notória neste debate, amplificada pelo pano de fundo que lhe estava subjacente.

Quem tencionava votar em Cavaco Silva, ou tendia para isso, não só não encontrou razões para mudar de ideias, mas viu argumentos válidos para manter e reforçar essa opção ou tendência. Manuel Alegre conquistou simpatias no centro político, mas não votos, e no campeonato dos candidatos anti-Cavaco perdeu pontos.
Aziz Issá
azizissa@altalogica.pt

 
Cavaco...ARRASADOR

No primeiro frente-a-frente entre candidatos Presidenciais, Cavaco Silva demonstrou aquilo que os Portugueses já sabem dele, ou seja, revelou uma grande lucidez e inteligência na maneira como respondeu claramente e de uma forma verbal bastante esclarecedora, àquilo que pensa para colocar em prática em prol do País após ser eleito Presidente da República, a tal ponto que Manuel Alegre, um candidato também ele lucido e simpático, referir que dormirá descansado quando o Professor Cavaco for o Presidente da República Portuguesa.
Luis Miguel Salgado

2005/12/04

 
A campanha do ódio do doutor Soares

Porque será que Mário Soares está a levar a cabo uma campanha carregada de ódio contra o Professor Cavaco Silva? Já repararam que o senhor doutor Soares se julga o dono da verdade absoluta e que para ele Cavaco e os milhões de Portugueses que estão com ele, não merecem crédito nenhum? Afinal !!!
Queremos para nosso Presidente uma pessoa que respeite os Portugueses? ou uma pessoa que pouco mais tem a dar a Portugal para além do ódio? A campanha do doutor Mário chega a ser de bastante baixo nível. Portugal não precisa de más educações, mas sim de respeito e de gente que esteja na politica para ajudar os Portugueses a sair da crise em que se encontram.
Marcelo Ricardo Sousa

 
O que pensam os Portugueses

Tendo sido o Primeiro-Ministro com mais anos em funções da democracia portuguesa, o Prof. Cavaco Silva conhece como poucos o valor da estabilidade governativa como condição necessária ao desenvolvimento económico e social. Uma acção governativa eficaz, reformista e bem sucedida só é possível num ambiente de cooperação institucional e estabilidade política. Um papel construtivo do Presidente da República é pois fundamental para a implementação de reformas estruturais necessárias para Portugal vencer os desafios da globalização.Estou certa que o Prof. Cavaco Silva, graças à sua experiência profissional privada e pública e ao seu entendimento da actividade política, será, na Presidência da República, um mobilizador de vontades e energias que constituirão um poderoso auxílio para o governo de Portugal. A sua eleição significará o reforço da credibilidade internacional de Portugal, factor fundamental para que o País retome o processo de convergência económica e social com os nossos parceiros europeus que tem estado infelizmente interrompido desde o ano 2000.
Maria Fernanda Mota Pinto

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