Super Cavaco a Presidente: 2006-01

2006/01/23

 
PARABÉNS PROFESSOR ANIBAL CAVACO SILVA
Desde já é com enorme estima, prezo e satisfação que lhe dou e envio as melhores felicitações por esta sua grandeza vitória da qual me honro porfinalmente chegarmos onde já há mais tempo que deveria ter acontecido. Parece que só agora os portugueses acordaram, assim o espero, e decidiram eleger uma pessoa responsável e capaz de dar um rumo de evolução geral para o país, o Sr. Dr. e Professor Aníbal Cavaco Silva, pois com os socialistas nunca iremos a lado nenhum. Sempre foi assim desde que eles se instalam sempre na cadeira dopoder. Não nos dão mais cabo da vida porque não podem em todos os sentidos.Mas deixemos de lado as coisas tristes que não nos levam a lado nenhum, poishoje é um grande dia de festa, da nossa festa, da força de Portugal e detodos os simpatizantes, militantes e admiradores do melhor partido de Portugal- o PSD - e do grande fundador que por muita magoa e tristeza minha, já nãose encontra entre nós, o Dr. Francisco Sá Carneiro.Desejo-lhe as maiores felicidades e votos de boa sorte durante toda a sua futura governação e lute com todas as armas, pois estamos a precisar neste paísimoral de uma pessoa capaz, responsável, pois já anteriormente o demonstrou,pois Portugal foi um grande país.Não se deixe ir abaixo em momentos que possam parecer dificeis pelos ataquesinoportunos dos adversários invejosos e um enorme abraço de quem sempre oestimou e é grande admirador da sua personalidade determinada no regimento do país.Um vosso militante do partido e há muitos anos que é do PSD.
Com os melhores cumprimentos;
Arménio Rodrigues

2006/01/22

 
MAIORIA ABSOLUTA PARA CAVACO SILVA

CAVACO SILVA - 50,59%

MANUEL ALEGRE - 20,72%

MÁRIO SOARES - 14,34%

JERÓNIMO SOUSA - 8,60%

FRANCISCO LOUÇÃ- 5,31%

GARCIA PEREIRA - 0,44%


2006/01/20

 
VAMOS CONSEGUIR
Portugueses, está a terminar a campanha eleitoral que nos conduz às eleições Presidenciais do próximo Domingo.Ao longo destes três últimos meses empenhei-me em ouvir os Portugueses. Homens e mulheres de todas as idades, de todas as regiões e de todas as condições sociais. Quis que ficassem ainda mais claros no meu espírito os verdadeiros problemas que nos preocupam como povo. Quis também sentir os sonhos e ambições dos Portugueses, a todos falei com muita sinceridade, procurei tornar clara a minha visão dos problemas e sobretudo transmitir a todos as minhas ambições para o nosso país. Consciente dos problemas quis ser uma voz de esperança nesta campanha. Acredito que há muitas razões para termos esperança, sei que todos os povos passam por momentos mais difíceis, mas eu acredito nas pessoas e por isso sei que os problemas que enfrentamos podem ser vencidos. A nossa História de nove séculos é prova disso, muitos dos nossos antepassados passaram também por momentos difíceis, souberam ultrapassa-los, foram capazes de os vencer. E é exactamente por isso que aqui estamos hoje como Estado Nação mais antigo da Europa.Procurei também deixar claro o meu absoluto respeito pela Constituição da República e pela separação de poderes nela consagrados. Afirmei com clareza um conjunto de princípios e ideias basilares em que acredito. Desde logo a ideia de Democracia, que para além de eleições e alternância é um código moral. A ideia de que o desenvolvimento só é económico para ser social. A certeza de que o Estado não é um feudo dos que ganham. O Estado tem de ser uma entidade ao serviço de todos, o agente activo na criação de condições de mais justiça social. Afirmei também, a minha crença no valor do diálogo, o diálogo que congrega vontades, mais vontades para construir um Portugal melhor. A minha certeza de que a transparência é hoje, mais do que nunca, um principio inerente ao exercício do poder democrático. No quadro destes princípios assumi o compromisso de colocar o meu saber e a minha experiência ao serviço de Portugal e dos Portugueses. Esta foi a minha campanha eleitoral. Em nenhum momento recorri ao ataque pessoal ou ao insulto a qualquer dos meus adversários políticos, pelo contrário, por todos demonstrei o maior respeito. No final desta campanha sei que há uma vaga de esperança que percorre o país. Temos todos que nos congratular com este facto, porque a esperança, a confiança em nós próprios, é a primeira condição do nosso sucesso colectivo. Fiquei convencido de que os portugueses conhecem hoje a importância desta eleição. E encontram nela uma oportunidade que não querem perder. Este é o resultado muito positivo desta campanha, que levei a cabo com sinceridade e empenhamento. No próximo Domingo é dia de votar, é dia de expressar pelo voto a nossa vontade em relação ao futuro e, se me é permitido, gostaria de apelar a todos para que não deixem de ir votar, não deixem de exercer aquilo que é um direito e um dever de cidadania. Se estas eleições têm tanta importância para o nosso futuro, não podemos deixar que uma parte decida por todos.A terminar esta campanha quero reafirmar a minha confiança no meu país e no seu povo, no povo a que me orgulho de pertencer. Tenho a certeza de que se quisermos, se quisermos todos, podemos fazer Portugal Maior. É este o meu sonho, é esta a minha ambição, uma ambição que não é de poder, uma ambição que é de servir para melhorar a vida dos portugueses. No final desta campanha fiquei a saber melhor, que é este o nosso sonho e a nossa ambição colectiva.
Vamos conseguir!
Aníbal Cavaco Silva

2006/01/19

 
Cavaco Silva vai honrar Portugal, uma vez mais

Há já alguns meses que o país está a discutir a eleição do Presidente da República. Candidatam-se ao cargo figuras de topo da política nacional, um ex-Presidente da República, um ex-Primeiro-Ministro, um Vice-Presidente da Assembleia da República e líderes partidários. Só em campanhas eleitorais estão a ser investidos cerca de 10 milhões de euros, fora o que o estado gastará na organização do acto eleitoral que pode estender-se a duas votações. Muitas energias e tempo de inúmeras pessoas estão a ser gastos neste processo político.

Inevitavelmente, cada um de nós tem de perguntar a si próprio, para que serve um Presidente da República?

O país encontra-se numa situação muito difícil com origem em problemas de desenvolvimento económico e desequilíbrio financeiro. Se o Presidente da República possuir conhecimentos sobre economia e finanças, isso será uma mais valia ou uma menos valia para o país? Se houver um Presidente da República com capacidade para analisar a acção do governo e detectar insuficiências, para depois transmitir o seu ponto de vista ao Primeiro-Ministro, isso melhorará ou piorará a governação do país? Se o Presidente da República esforçar-se por promover uma reunião de esforços para que em conjunto possamos vencer as nossas dificuldades e entrarmos no caminho do desenvolvimento, isso é benéfico ou prejudicial para o país?

O Presidente da República deve ter um papel passivo, de mero moderador e árbitro? Ou deve ter um papel atento e activo, promovendo a cooperação e a mobilização das instituições e dos cidadãos para que todos, em conjunto, possamos trabalhar para atingir os grandes desígnios nacionais que são de consenso geral?

Para lá das questões mesquinhas que alguns candidatos teimam em trazer para a ribalta, estas são as questões chave desta eleição do Presidente da República que, de uma forma geral, decidirá, na intimidade da consciência, o voto de cada um dos cidadãos.

Para exercer a mais alta magistratura da Nação na actual conjuntura, acreditamos que o Prof. Cavaco Silva é aquele que reúne o melhor conjunto de requisitos, nomeadamente, honestidade, rigor, conhecimentos, experiência e competência, bem como, a dimensão de estadista e o carácter supra partidário e independente da sua candidatura. Milhões portugueses já pensam desta forma e muitos estão a caminho.

Junte-se a nós.
Por um Portugal Maior.

2006/01/18

 
As imagens valem mais
que mil palavras

2006/01/16

 
Conto consigo!
Quantos mais quilómetros faço, quanto mais pessoas encontro, quanto mais realidades conheço, mais acredito que Portugal, se quiser, será de novo, Maior.O forte calor humano que tenho sentido nesta campanha é um estímulo para continuarmos com confiança, esta mobilização nacional para o próximo domingo.Estes últimos dias de campanha vão exigir muito de mim e de todos aqueles, e são todos os dias mais do que no dia anterior, me acompanham nesta onda de entusiasmo para um novo ciclo.Estamos na recta final. Nestes últimos dias, não me cansarei de procurar transmitir um conjunto de ideias simples, mas ambiciosas:
Em primeiro lugar: Portugal tem a capacidade, a força interior, para fazer mais e melhor;
Segundo: Todos temos que entender o mundo todos os dias diferente que vivemos e que, desejavelmente, ajudaremos também a mudar;
Terceiro: Este mundo exige mais de cada um de nós e esta é a nossa maior e derradeira oportunidade;
Quarto: Urge passar a uma fase de tranquilidade política, em que os portugueses se possam concentrar nas grandes tarefas nacionais.
Prossigo a "volta" pelo país com o optimismo e com a certeza de que este é, já é, um tempo novo.Tenho procurado ser, nesta campanha, a voz da esperança.
Conto consigo!
Portugal precisa de Si.
Aníbal Cavaco Silva

 
A cada dia que passa, aparece cada vez
mais gente a apoiar Cavaco Silva
Este domingo começou em Guimarães, sob uma chuva intensa.No bonito Largo do Toural, Cavaco Silva foi recebido por milhares de pessoas que, guarda-chuva na mão, não arredavam pé para saudar o candidato, que falou de uma carrinha."Alguns têm-se surpreendido por, ao longo desta campanha, ter insistido tanto no sim à cooperação com o Governo e a Assembleia da República. Não pode deixar de ser assim neste tempo difícil", referiu Cavaco Silva no almoço que, pouco depois, reuniu em Famalicão, mais de 2000 participantes.Seguiu-se a surpresa do dia, Esposende. Milhares de pessoas junto à Igreja Matriz, visivelmente entusiasmadas com a visita de Cavaco Silva, estiveram presentes e tornaram esta "arruada" na maior, até ao momento, por terras no Norte de Portugal. Cavaco, não esperava mais este banho de multidão e teve que entrar numa casa particular para, da varanda, agradecer e cumprimentar todos os apoiantes.A onda de entusiasmo prosseguiu em Barcelos. Antes de entrar no Pavilhão Municipal, a comitiva fez uma pequena paragem num hotel. Mal a "notícia" foi conhecida, juntaram-se à porta deste mais de 500 pessoas, que quiseram saudar o candidato. À entrada do Pavilhão Municipal de Barcelos, deparei com centenas de pessoas à porta, já sem espaço para entrar. Lá dentro, num enorme recinto a abarrotar (cerca de 10.000 pessoas!) e, em ambiente de forte entusiasmo popular, Cavaco reiterou o seu compromisso de ser um factor de confiança e mobilização para o futuro. "Portugal precisa de cada um", afirmou. Num tempo de divórcio entre a população e a política, é impressionante a forma como Cavaco atraí, convoca, mobiliza multidões, de Norte a Sul. Pela admiração pelo carácter e integridade do candidato, pela identificação com o seu percurso de vida e de serviço, pela esperança num Portugal efectivamente Maior. Faltam sete dias para as eleições para a Presidência da República.
Estamos todos convocados.
Diogo Vasconcelos

2006/01/14

 
Faça como Rui Veloso e vote Cavaco Silva

Na eleição presidencial de 1986, Mário Soares perdia a disputa do eleitorado jovem para Freitas do Amaral, facto que ameaçava a sua vitória. Na 2ª volta, que ganhou à tangente, foi decisiva a colaboração de Rui Veloso que lançou o slogan “Soares é Fixe”, através de uma canção com o mesmo nome, que permitiu a Mário Soares conquistar os votos da juventude. Segundo os analistas políticos de então, o apoio de Rui Veloso foi fundamental, dada a estreitíssima margem da vitória. Por isso, Rui Veloso conquistou um lugar mítico na história dessa eleição, tornando-se num símbolo.

Estando Portugal mais uma vez perante uma eleição crucial, à qual Mário Soares, também, concorre, Rui Veloso decidiu apoiar Cavaco Silva. Compreende-se, há 20 anos era a consolidação da Democracia que estava no centro das preocupações dos portugueses. Hoje trata-se do desenvolvimento e da coesão social.

Rui Veloso acredita que o Prof. Cavaco Silva “vai fazer renascer nos portugueses a esperança de virmos a ser um país de pleno direito duma Europa moderna, culta, civilizada e solidária” e que ajudará o governo a “combater a corrupção e os grupos que fazem do país pasto dos seus interesses sem olhar ao nosso património”, além de “lutar pela nossa língua e a nossa cultura”. Considera que o “Professor Cavaco Silva é o candidato que reúne as melhores condições para juntar à sua volta o maior número de portugueses independentemente dos seus credos ou inclinações”.

Declaração de apoio de Rui Veloso:
http://www.cavacosilva.pt/?id_categoria=17&id_item=395

2006/01/13

 
Carta aberta aos Portugueses
Apresentei-me a estas eleições como um homem livre e é assim que pretendo estar até ao fim do meu mandato, se for eleito no próximo dia 22 de Janeiro. Só tenho um compromisso: com Portugal, com os portugueses, com o bem-estar dos portugueses.Se vencer as eleições, vou procurar ajudar a fazer de Portugal um País afirmativo, um País respeitável. Os portugueses sabem que sou um homem de palavra. Não digo hoje uma coisa para amanhã dizer outra diferente. Ao longo desta semana, tenho sentido a vontade dos portugueses de ajudar a mudar a situação. Creio que esta é a oportunidade de voltarmos a fazer de Portugal um País de sucesso. Aquilo que lhe peço até dia 22 é o esclarecimento dos seus amigos, dos seus familiares, dos seus colegas para a importância desta eleição.
Portugal precisa de Si.
Juntos, vamos fazer Portugal Maior.
Aníbal Cavaco Silva

2006/01/11

 
O tempo tem provado a sua honra

Em Março de 1992, meses após obter a sua segunda maioria absoluta com mais de 50% dos votos, Cavaco Silva, então Primeiro-Ministro concedeu uma entrevista à revista K, sendo Vasco Pulido Valente o entrevistador. Sobressai o seu elevado nível político feito de realismo, visão, ambição, seriedade e coerência. Já então revelava uma enorme sabedoria politica e demonstrava um pensamento social-democrata, assente numa profunda preocupação com o bem-estar dos portugueses. A comparação entre o que disse nessa altura e a situação actual do país, confirmam o acerto das suas palavras. Confrontando as convicções que manifestou nesta entrevista com aquelas que apresenta hoje nota-se claramente um fio condutor no centro do seu pensamento politico: Portugal e os portugueses. É, também, um sinal da sua constância, da sua determinação e honestidade politicas. Enfim, um grande estadista.

Vale a pena ler esta entrevista, publicado no site oficial da candidatura do Prof. Cavaco Silva:
http://www.cavacosilva.pt/index.php?id_categoria=8&id_item=8273

 
É impressionante a onda em todo o país

2006/01/06

 

Cavaco à primeira

Uma sondagem da Universidade Católica para Antena 1/RTP/Público dá conta que o candidato à Presidência da República, Cavaco Silva, ganharia as eleições presidenciais com 60% das intenções de voto na primeira volta.

O mesmo estudo adianta que em segundo lugar ficaria Manuel Alegre com 16% dos votos. Na terceira posição, surge Mário Soares com apenas 13%.

Segundo cita o Diário Digital, o candidato apoiado pelo PCP, Jerónimo de Sousa, obteria 7% dos votos, se as eleições se realizassem no próximo domingo, enquanto Francisco Louçã (Bloco de Esquerda) alcançaria 4% e Garcia Pereira (PCTP/MRPP) 0%.

Caso seja necessária uma segunda volta (se nenhum dos candidatos obtiver mais de metade dos votos na primeira) e se esta for disputada entre Cavaco Silva e Manuel Alegre, o ex-primeiro-ministro de Portugal venceria com 63% dos votos, contra 37% para o deputado socialista.

Se a segunda volta fosse disputada entre Cavaco Silva e Mário Soares, o primeiro obteria 71%, enquanto o candidato apoiado pelo PS alcançaria 29%.

M.R.Sousa


2006/01/05

 
É dever de todos os Portugueses,
votar em Cavaco Silva

O próximo Presidente da República vai iniciar funções numa conjuntura deveras especial, sob os efeitos da situação muito difícil do país, da globalização e das mudanças que estão a ocorrer na Europa e no mundo. Neste contexto, que Presidente da República precisamos para os próximos anos?

Precisamos de um Presidente preocupado e focado nas grandes questões nacionais, que são de consenso geral, empenhado e activo na procura de reunião de esforços das instituições e dos portugueses para vencer as nossas dificuldades e os desafios que temos pela frente, ou seja, ajudar a colocar o país na rota do desenvolvimento em todas as suas vertentes. Afinal, se assim não fosse, para que serviria eleger um Presidente da República, num contexto tão difícil? Ainda por cima por sufrágio directo e universal?

É que o Presidente da República pode e deve ser um pólo de união dos portugueses, o guardião do nosso bem-estar colectivo, um intérprete dos nossos grandes desígnios nacionais e um mobilizador das instituições e das pessoas para que os mesmos sejam atingidos.

Quem foi o nosso melhor Primeiro-Ministro dos últimos 30 anos, pelo menos, e conduziu o país a um progresso sem precedentes, certamente que adquiriu conhecimentos e experiência amplos e profundos, nos planos nacional e internacional e em todos os domínios, mormente, politico, social, económico, educacional, cultural e ambiental. Além disso, o Prof. Cavaco Silva mantém uma relação de confiança com o Povo Português que o reconhece, com total justeza, como sendo uma pessoa séria e um patriota que colocará o interesse nacional e o bem-estar dos portugueses acima de tudo. È reconhecido pelos portugueses como tendo um profundo conhecimento das questões nacionais e internacionais que podem enformar o nosso futuro. Tal como se lhe refere o nosso povo, “o homem percebe do assunto”.

A sua palavra tem um enorme peso na sociedade portuguesa, através da qual prestou um grande serviço ao país na denúncia do descalabro das finanças públicas antes que a situação chegasse às últimas consequências, poupando-nos a males maiores. Foi o único a fazê-lo e esteve sujeito a muitas e fortes criticas. Hoje, todos lhe dão razão.

Importa referir que esta questão das finanças públicas demonstra de forma inequívoca dois aspectos cruciais:

- A coesão social ganha com uma cuidada gestão dos dinheiros públicos e com uma acertada politica de desenvolvimento, de contrário ressente-se seriamente. Para um humanista efectivo, não de retórica, mas de actos consequentes, as finanças públicas merecem a melhor atenção.

- É muito importante para as populações, em especial a classe média e as de menores rendimentos, aquelas que mais estão a sofrer com a situação actual, que o Presidente da República domine as matérias de economia e finanças. O Presidente não governa, mas pode ser muito importante para que o país seja bem governado.

O Presidente da República pode e deve funcionar como um exemplo daquilo que o país precisa de cada portuguesa e de cada português. Em tempo de meritocracia, um dos maiores contributos que cada um dos cidadãos pode dar ao país consiste em que na sua actividade profissional produza mais e melhor. Numa só palavra: profissionalismo. O Prof. Cavaco Silva subiu na vida a pulso, por mérito próprio. O povo vê-o como “um dos nossos” e como um exemplo de competência.

Desde o anúncio da sua candidatura, e mesmo antes disso, o Prof. Cavaco Silva tem mostrado que possui uma qualidade ímpar, que faz toda a diferença: sabe definir um rumo, prossegui-lo com determinação e lucidez, mantendo sempre bem vivo o foco, neste caso, Portugal e os portugueses. Igualmente, tem revelado um comportamento digno da mais alta magistratura da Nação e condizente com o temperamento do nosso Povo e das exigências de serenidade colocadas pelos tempos difíceis que aí estão. É disto que Portugal precisa.

Cavaco Silva reúne um conjunto de características que fazem dele a pessoa em melhores condições para exercer o cargo de Presidente da República, e a partir daí ser uma preciosa mais-valia para o país, para unir as instituições e os cidadãos e mobiliza-los em direcção ao progresso e a uma sociedade mais justa, em que os seus cidadãos possam ter a oportunidade de se realizar e obter a sua felicidade.

A bem de Portugal, com a união e o empenho de todos nós, vamos eleger o Prof. Cavaco Silva para Presidente da República. Por um Portugal Maior.

Aziz Issá

 
Cavaco promete combater nomeações
por «cartão partidário»


O candidato presidencial Cavaco Silva garantiu hoje que, se for eleito, irá bater-se por uma «cultura de exigência e mérito» nas nomeações para altos cargos públicos e contra a lógica do «cartão partidário». «Os portugueses querem que os que são nomeados para altos cargos da administração sejam nomeados pelo seu mérito e não pelo seu cartão partidário ou por razões de amizade ou interesse».
Este é o grande mal deste país que já perdeu a conta às nomeações que este Governo já fez em tão pouco tempo só para dar bons empregos aos seus militantes. Estas nomeações deitaram fora grandes homens na Segurança Social, na Saúde e por aí fora em detrimento de gentinha que aquilo que é, o deve à politica e não ao mérito pessoal. Há casos de gestores de hospitais que estavam a diminuir as dividas mas tiveram que sair...é uma grande vergonha para Portugal e isto tem sido a principal razão para a crise que atravessamos.
Marcelo R. Sousa

2006/01/02

 
Cavaco defende cooperação entre órgãos de soberania

O candidato presidencial Cavaco Silva defendeu hoje em Silves a cooperação entre os órgãos de soberania, apesar da separação de poderes, particularmente na «fase difícil» que o País atravessa.


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